terça-feira, 26 de julho de 2011

Homenagem ao Dia dos Avós.


A vocês

que nos cercam de muito carinho,
de muito amor.
Que nos fazem todas as vontades.
Que nos dão tudo sem nada pedir.
Que nos amam mais que a si próprios.
A vocês, meus queridos avós,
que Deus os abençoe cada dia mais.
Que nos dê a bênção
de sempre tê-los conosco,
nos dando muito amor,
nos passando experiências,
nos ouvindo com carinho,
nos "dengando",
nos orientando,
nos aconselhando,
nos suportando
sempre com muita paciência.
Vocês são para nós, seus netos,
um grande exemplo de experiência,
de trabalho,
de honestidade,
de paciência,
de fé,
de firmeza,
e principalmente de muito amor.
Amamos vocês...

Autora: Sandra Mamede

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Viajando pelos Livros - Homenagem ao Dia do Escritor


Descortinei mil mundos
Em viagens alucinantes,
Sonhei, sofri e chorei
Em histórias desconcertantes...

Fui cavaleiros andantes,
fui marinheiro arrojado,
Fui amante e fui amado
Nas idas e vindas da História...

Eu fui o herói sem glória,
Viajante intergaláctico,
Fui vidente enigmático
Nos abismos siderais

E fui tantas coisas mais!                             
Fui um príncipe encantado,
Fui também um renegado
Vivi entre densas selvas,

Corri por campos de relvas,
Fui o Médico e o Monstro!
Fui acerto e desencontro
Fui a alma que se encanta

Senti na própria garganta
O gosto da guilhotina,
Fui a sorte e fui a sina
De sábios e imperadores.

Fui o ódio e fui amores
De intrigas cortesãs,
No Éden fui as maçãs
E os desejos de Eva.

Fui a oração que eleva,
E a maldição assassina.
Fui garoto, fui menina,
Fui O Príncipe e o Mendigo,

Fui tempestade e abrigo
Fui luz e também fui treva!
Fui a reza que eleva
E fui o ódio que aflora!

Eu fui os sonhos de outrora,
Eu fui as Vinhas da Ira,
Fui a verdade e a mentira
Fui paixão arrebatada,

Eu fui o tudo e o nada,
Eu fui doces corações.
E naveguei com Camões
Pelas trilhas da tragédia.

Eu fui a Divina Comédia,
Fui Romeu e Julieta,
Saí desse meu planeta
Fui direção e percursos.

Eu estive nos Discursos
Com que Platão se expressou,
Amei como ele amou.
Eu fui das feras o faro,

Nas Neves do Kilimanjaro.
Fui opressor e garrote,
Viajei com D. Quixote,
Pelos moinhos de vento.

Eu estive no momento
Em que Peri e Ceci
Amaram, nO Guarani!
Fui Espumas Flutuantes,

Senti medo alucinante
No Poderoso Chefão!
E de novo em Tubarão,
Tremi como uma criança.

Fui também a esperança
De que voltasse à vida
Nossa Bela Adormecida.
Fui Tarzan em muitas grotas,

Torci pelo Gato de Botas,
E fui a cigarra amiga
Na Cigarra e a Formiga.
Fui choro que desespera

No drama A Bela e a Fera.
Fui um grande Monsenhor
Nas Sandálias do Pescador!
Senti os Ventos Uivantes!

Estão em mim os instantes
Dos livros, e toda a alegria!
Nada disso existiria
Nem ódio nem o amor,

Se não existisse o escritor!!

J.B.Xavier

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Feliz Dia do Amigo!!!


Tenho amigos que não sabem o quanto são meus amigos. Não percebem o amor que lhes devoto e a absoluta necessidade que tenho deles.
A amizade é um sentimento mais nobre do que o amor, eis que permite que o objeto dela se divida em outros afetos, enquanto o amor tem intrínseco o ciúme, que não admite a rivalidade. E eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos! Até mesmo aqueles que não percebem o quanto são meus amigos e o quanto minha vida depende de suas existências...
A alguns deles não procuro, basta-me saber que eles existem. Esta mera condição me encoraja a seguir em frente pela vida. Mas, porque não os procuro com assiduidade, não posso lhes dizer o quanto gosto deles. Eles não iriam acreditar.
Muitos deles estão lendo esta crônica e não sabem que estão incluídos na sagrada relação de meus amigos. Mas é delicioso que eu saiba e sinta que os adoro, embora não declare e não os procure. E às vezes, quando os procuro, noto que eles não tem noção de como me são necessários, de como são indispensáveis ao meu equilíbrio vital, porque eles fazem parte do mundo que eu, tremulamente, construí e se tornaram alicerces do meu encanto pela vida.
Se um deles morrer, eu ficarei torto para um lado. Se todos eles morrerem, eu desabo! Por isso é que, sem que eles saibam, eu rezo pela vida deles. E me envergonho, porque essa minha prece é, em síntese, dirigida ao meu bem estar. Ela é, talvez, fruto do meu egoísmo.
Por vezes, mergulho em pensamentos sobre alguns deles. Quando viajo e fico diante de lugares maravilhosos, cai-me alguma lágrima por não estarem junto de mim, compartilhando daquele prazer...
Se alguma coisa me consome e me envelhece é que a roda furiosa da vida não me permite ter sempre ao meu lado, morando comigo, andando comigo, falando comigo, vivendo comigo, todos os meus amigos, e, principalmente os que só desconfiam ou talvez nunca vão saber que são meus amigos!
Paulo Sant'Ana

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Simpósio abre espaço para discussão da Assistência Domiciliar na Capital Federal

O evento realizado na Capital Federal nos dias 15 e 16 abriu espaço para as empresas de Home Care, operadoras de saúde, gestores em saúde e o próprio Núcleo Nacional das Empresas de Serviços de Atenção Domiciliar (Nead) iniciarem importante discussão em torno da Assistência Médico-Domiciliar no Distrito Federal capaz enxergar todos os personagens envolvidos no processo da assistência e assegurar um atendimento de qualidade e efetivo para o paciente.

Com o compromisso de abordar a assistência domiciliar nos seus aspectos de gestão e técnico, o evento foi aberto pelo presidente do Nead, Dr. André Minchillo, que abordou a realidade da assistência médico-domiciliar no cenário nacional e os desafios do Distrito Federal. Em sua palestra, Minchillo, destacou que o segmento de Home Care é relativamente jovem, mas que está se estruturando de forma gradativa nesses últimos anos. “A utilidade desta iniciativa é importante para que se criem ferramentas de gestão e aprendizado” comentou.

Para o presidente da entidade, o acesso da população aos serviços de assistência domiciliar está crescendo consideravelmente. No cenário da assistência domiciliar expôs que ainda se afiguram dificuldades de acesso a hospitais para que se chegue ao paciente para realizar uma avaliação.

Outro tema abordado ainda no dia da abertura tratou de discutir maneiras de administrar a diversidade de interesses como parceiros em Home Care. Conduzida pelo médico e Coordenador Médico do Grupo Ideal Care, Dr. Oswaldo Lourenço de Molla Neto, a apresentação buscou retratar os principais atores e parceiros que atuam no sistema e o que se deve considerar quando se fala em gerenciamento.


Para o médico “as operadoras de planos de saúde acreditam que os prestadores de serviços e os profissionais de saúde sobrecarregam de forma desnecessária as despesas do sistema e por isso, desenvolvem métodos para evitar a realização ou pagamento daquilo que consideram desnecessário”, comentou Neto.


O segundo dia do evento foi marcado pela exposição da visão de operadoras de saúde em Autogestão e Medicina de Grupo. Hênio Braga, Gerente da CASSI em Brasília, expôs os cuidados domiciliares na visão de uma empresa de autogestão. Em sua palestra comentou a estratégia de saúde da família implementada pela CASSI e de que maneira a assistência domiciliar está inserida nessa estratégia. “Na CASSI fazemos a gestão das necessidades do paciente, e não a gestão da oferta do mercado”. Comentou. Para o palestrante é preciso que haja um processo de interação e integração da assistência oferecida. “É preciso repensar as práticas de atenção domiciliar” destacou.  

O ponto máximo do evento reuniu em mesa redonda os personagens que atuam no segmento em torno da discussão da administração da diversidade de pensamentos. Participaram da discussão a Diretora Regional da União Nacional das Empresas de Autogestão em Saúde (Unidas), Angela Oliveira, o Presidente do Nead, Dr. André Minchillo, o Gerente da CASSI, Hênio Braga, com mediação do representante da empresa Pleno Saúde, Dr. Ricardo Spilborghs.

Entre os assuntos discutidos foram descatados os processos de acreditação atuais. Para o grupo, ainda há que se discutir a validade dos protocolos utilizados para o segmento de Assistência Domiciliar, haja vista que se trata de processos emanados do ambiente hospitalar, que não estão adaptados para a realidade domiciliar. Outra questão foi o fato de que a acreditação não assegura à empresa diferenciação em preço.

Concluídos os painéis o evento foi finalizado com a expectativa de se começar a pensar em sua próxima edição.

Confira fotos do evento.

Da esquerda para a Direita: Dr. Ricardo Spilborghs, Angela Oliveira, Hênio Braga e Dr. André Minchillo. 


                                Hênio Braga e Dr. André Minchillo em mesa redonda  
                         
                               Grupo Ideal Care marca presença com estande


                                Participantes

                               Massagem no estande do Grupo.

                                Nead e Equipe Ideal Care



                                                          






quinta-feira, 14 de julho de 2011

Por quais motivos os bebês choram?

 
O choro do bebê, apesar de ter sido interpretado, em todas as culturas, como um sinal de vitalidade, tem sempre algum motivo. O de dor, que costuma ser o mais comum, causado pelas cólicas ou pela infecção de ouvido, por exemplo, é o mais fácil de reconhecer.
Alguns sinais podem ser específicos, tais como: testa enrugada, olhos comprimidos, rosto avermelhado, boca aberta (como que formando um quadrado), espernear, tremor do queixo, choro quase sempre muito estridente, intenso, contínuo, e percebe-se claramente o grande desconforto do bebê.
Já nos outros tipos de choro o bebê demonstra a sua contrariedade de maneira mais branda, isto é, o choro não é tão sentido.

Alguns motivos pelos quais o bebê chora:
  • Refluxo gastroesofágico (um dos sintomas são as golfadas durante a amamentação, mas não é regra geral);
  • Intolerância alimentar (acontece quando a criança não mama no peito ou, mesmo se amamentada, recebe, ainda, um suplemento);
  • Necessidade de mudar a fralda;
  • Roupa está apertada, incômoda, causando coceiras ou alergias;
  • Quer colo;
  • Tem fome/tem sede;
  • Está cansado;
  • Tem frio ou calor;
  • Tem cólicas;
  • Está aborrecido;
  • Quer atenção/quer brincar;
  • Não consegue alcançar algum brinquedo.


Decibéis do choro de um bebê
O choro dos bebês pode ter diferentes intensidades. Isso é determinado pelo desejo, estado de espírito, queixa e até personalidade da criança. Algumas mães dizem ser capazes de identificar o que o bebê pretende expressar apenas pela tonalidade do choro. O choro baixinho, comparável ao resmungar, pode ter menos de 30 decibéis. Já o choro de altura, semelhante a uma conversa de adultos, está na faixa dos 70. Um choro muito estridente pode superar os 90 decibéis.
Choro sem lágrimas?
As lágrimas, responsáveis pela lavagem e lubrificação dos olhos, só começam a ser produzidas a partir dos dois meses de idade. Antes disso, o bebê realmente chora "a seco". Nesses primeiros 60 dias de vida, o que protege os olhinhos do bebê é o fato de ele passar a maior parte do tempo dormindo.


Por Lucia Ferro, professora Doutora em Pediatria pela Faculdade de Medicina da UFMG.


quarta-feira, 13 de julho de 2011

Festa Julina


Na última sexta-feira (08), aconteceu a festa julina das unidades da Ideal Care em São Paulo (Leste e Sul). Na ocasião os presentes puderam confraternizar, além de desfrutar de saborosos pratos típicos.
O evento foi uma idealização dos funcionários, que em conjunto promoveram a festa.
                            Confraternização de colegas da Unidade Leste
"Foi uma ação de todos para todos, e todos se divertiram". Comenta Giselle Borges - Gerente de Departamento Pessoal da unidade.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

II Simpósio Brasiliense de Assistência Domiciliar


            Nos dias 15 e 16 de julho acontece o II Simpósio Brasiliense de Assistência Domiciliar, organizado pela Ideal Care em conjunto com outras congêneres. Com o tema Assistência Médico-Domiciliar, uma realidade, um desafio social, o evento tem o objetivo de abordar a assistência domiciliar nos seus aspectos de gestão e técnico, no contexto de Brasília e na esfera nacional, discutindo temas de relevância para os diferentes personagens que atuam no segmento de Assistência Domiciliar.

             Para a Comissão Técnica, formada por representantes do segmento, da Secretaria de Saúde do DF, de hospitais e de operadoras de saúde, a intenção é alcançar um ponto de entendimento no que diz respeito às expectativas dos diferentes personagens que atuam com a Assistência Médico-Domiciliar em Brasília, observando a visão do estado e de órgãos regulamentadores, dialogando com tomadores e prestadores sobre a realidade deste serviço e os demais desafios quanto ao entendimento da sociedade.

              O evento acontece na Associação Médica de Brasília, no dia 15 a partir das 19hs, e no dia 16 entre 08h30 e 16hs.

              Clique na imagem abaixo para conhecer a programação.



quinta-feira, 7 de julho de 2011

Ideal Care entrega prêmio para vencedor da promoção realizada no twitter

               Na última quarta-feira (07), o vencedor da promoção "Sessão Ideal" Guilherme Barros, esteve na Ideal São Paulo para a entrega da sua premiação. Durante a visita, o twiteiro recebeu o seu par de ingressos para o Cinemark e  conheceu alguns setores da empresa, bem como obteve informações sobre Home Care.


             Guilherme e Talitta Kinupp, que o acompanhou ao cinema, assistiram ao filme "Os Pinguins do Papai", o definem como uma comédia muito divertida e recomendam o filme.

terça-feira, 5 de julho de 2011

“Comer emoções” também engorda?

                É indiscutível que a obesidade é um fenômeno da contemporaneidade. A comida é apresentada como mais um objeto de consumo, capaz de trazer a satisfação imediata diante das insatisfações.
               A busca pelo comer também pode se apresentar como uma tentativa de alimentar fomes de outra origem, que não só a fisiológica, mas não por isso com menos consequências.
               As satisfações substitutivas são facilmente utilizadas diante das sensações de mal-estar que permeiam a existência humana. Diante da falta, do limite e perdas, a comida pode ser um objeto que cumpra essa função fantasiosa de satisfação imediata.
               Apesar disso, as consequências são denunciadas por meio do corpo, que expressa esse mal-estar e essa forma de satisfação, muitas vezes desencadeadora de inúmeros prejuízos da ordem da saúde e das relações.
                Pensar sobre a sua fome ajuda a entender a sua subjetividade e seus modos de satisfação e sofrimento emocional, muitas vezes reduzidos a um “ataque de comer”.

Por: Gisele Lins Prado, psicóloga do Hospital Albert Einstein